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Importações crescem 78% em um ano |
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Notícia publicada na edição de 13/08/2008 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 1 do caderno C
Se mantiver o mesmo nível de importação registrado nos últimos meses, Sorocaba somará em oito meses o mesmo volume de produtos que foram importados em todo o ano de 2007. Com o aquecimento do volume de negócios na balança comercial sorocabana, o quadro das exportações é também parecido. Caso o nível das exportações se mantenha, as empresas sorocabanas terão exportado até setembro o mesmo volume exportado pela cidade em todo o ano passado. As projeções levam em conta os dados da Balança Comercial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
No mês de julho, o município apresentou crescimento tanto nas importações como nas exportações. No primeiro quadro, o acumulado do ano (janeiro a julho) apresentou expansão de 78,2% com relação ao mesmo período do ano anterior.
Em números, isto mostra que, até julho, a cidade comprou US$ FOB 1.385.541.191, pouco menos do que todo o ano de 2007 que somou US$ FOB 1.428.805.416 em importações. As informações divulgadas ontem mostram também que as empresas sorocabanas, até o momento, exportaram 40,44% a mais que o acumulado no mesmo período em 2007. O dólar FOB (Free On Board) representa o valor negociado pela mercadoria, livre de impostos e taxas.
Os dados do Ministério mostram também a evolução mensal da balança comercial. Em julho deste ano, a cidade fechou com US$ FOB 293.248.849 importados, número 23,54% maior que o desempenho do setor durante o mês de junho que somou US$ FOB 237.376.551. Isto certamente é reflexo do dólar barato que acaba barateando também a compra de produtos importados. Mas isto não quer dizer que a cidade estejam importando apenas produtos prontos e a compra de peças e maquinário também é bem forte, afirma o economista e professor da Universidade de Sorocaba (Uniso), Alexander Itria.
No campo das exportações houve crescimento de 10% de um mês para o outro e julho contabilizou US$ FOB 194.534.342 em exportação. Em junho, as vendas sorocabanas para o mercado externo somaram US$ FOB 176.697.892 e o professor aponta este crescimento como claro sinal de que a produção local continua competitiva no mercado internacional. Com a queda do dólar, os empresários reclamam que paga-se menos por seus produtos mas eles têm que ver que também compram mais barato e, como todo mundo fala, é preciso aproveitar o momento para renovar máquinas e comprar matéria-prima, avalia Itria. Além da questão cambial o professor lembra da vocação metalmecânica da cidade. Há o aquecimento do setor automobilístico e se não houvesse isto certamente os resultados da balança (de Sorocaba) não seriam tão expressivos, acredita.
Aposta é desaceleração
O bom desempenho da balança comercial da cidade vem mantendo-se desde o início do ano. No entanto, Itria afirma que a tendência é haver uma retração gradativa nos números. Alguns países que são fortes importadores, como a China, tendem a reduzir os gastos e, com isto, vai haver uma freada gradativa por aqui, explica. Além da retração da economia externa, o economista destaca a diminuição do crédito, fato que reflete diretamente no comportamento do consumidor e, conseqüentemente, na produção local. Isto já era esperado por todos mas, como já disse, deve acontecer de maneira gradativa, finaliza.
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Compras no exterior batem exportações em US$ 100 mi |
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Déficit da balança comercial de Sorocaba cresce pelo sétimo mês consecutivo
O saldo da balança comercial de Sorocaba apresentou resultado negativo pelo sétimo mês consecutivo. Em julho, o volume importado pelas empresas instaladas no município foi 50% maior do que as vendas internacionais, o que levou a um déficit de US$ 97,714 milhões.
Apesar desse saldo negativo, houve um aumento de 74,1%, nas exportações, em comparação a julho de 2007, passando de um total de US$ 111,692 milhões para US$ 194,534 milhões.
Em contrapartida as importações cresceram 154,77% e saltaram de US$ 115,100 milhões para US$ 293,248 milhões.
Entre os produtos mais exportados estão os componentes de motores e geradores (26%), nos quais a empresa Tecsis de pás eólicas tem a participação mais expressiva. Em seguida estão os terminais portáteis de telefonia celular fabricados pela Flextronics.
Expansão é reflexo da greve e alta produção
O Diretor Comercial da Eadi Aurora (Estação Aduaneira do Interior), de Sorocaba, Nicola Marcottrigiani, diz que a expansão nas importações é um reflexo é u reflexo no fim da greve dos auditores da Receita, que havia provocado um acúmulo na liberação de produtos. Outro fator, cita ele, é o aquecimento do mercado interno de telefonia e automobilístico.
Fonte: Jornal Bom dia de 13/08/08
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Brasil exporta mais do que importa no primeiro semestre |
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Saldo da balança fica positivo este ano, mas cai 44,7% se comparado a 2007
No primeiro semestre deste ano, o Brasil exportou mais do que importou. O resultado da balança comercial divulgada ontem pelo MDIC (Ministério de Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior) mostra que as vendas ao exterior somaram US$ 90,645 bilhões, segundo melhor resultado do ano, conforme o ministério.
Já as compras internacionais foram de US$ 79,275 bilhões. O saldo dessa conta, chamada de balança comercial, foi positivo para o Brasil em US$11,370 bilhões.
Mas, apesar do bom resultado neste primeiro semestre, o superávit é 44,7% menor em comparação com o mesmo período de 2007, quando o saldo da balança foi de US$ 20,5 bilhões. Essa redução aconteceu devido ao crescimento desproporcional das importações ante as exportações brasileiras. Em junho, as compras do país somaram US$ 15,875 bilhões, crescimento de 62,6% entre 2007 e recorde histórico. Enquanto isso, as vendas externas foram de US$18,594 bilhões, alta de apenas 35% na comparação com o ano assado.
O crescimento das compras do mercado externo, por sua vez é conseqüência principalmente do dólar baixo (que barateia os produtos importados), do aumento da renda da população (que aumenta o poder de compra) e da produção do país (com maiores compras de máquinas e equipamentos e matérias-primas do exterior).
O superávit da balança é um importante indicador da economia e compõe as contas externas brasileiras. Os dólares que ingressam no Brasil por conta das transações comercias ajudam a financiar as contas do país com o exterior.
Se o superávit da balança cai, isso tende a representar uma situação menos confortável no futuro. Indica que o país pode perder autonomia e passar e depender mais e recursos externos - que podem ser reduzido pelos investimentos em caso de turbulências.
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SOROCABA REGISTRA ALTA DE 53,7% NAS IMPORTAÇÕES |
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A queda do dólar e a entrada da moeda americana provocada pelo grau de investimento e pelo aumento da taxa Selic continua refletindo na balança comercial do município de Sorocaba. Nos primeiros cinco meses do ano, a cidade acumulou US$ FOB 855.061.017 em exportações. Este número, quando comparado com o mesmo período do ano anterior, representa alta de 53,78% pois, em 2007, a cidade havia importado, até maio, um total de US$ FOB 556.014.967. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior e mostram ainda que, durante esses meses, a cidade totalizou US$ FOB 684.241.329 em exportações, resultado 29,97% maior que o cumulado registrado em 2007 quando teve exportações de U$ FOB 526.457.126. O dólar FOB (free on board) é o valor da negociação livre de impostos.
Para o economista e professor da Universidade de Sorocaba, Alexander Itria, o resultado da balança comercial no mês de maio, é o reflexo da queda do dólar e do aumento da taxa Selic. Estes dois fatores, aliados ao grau de investimento dado ao Brasil por agências internacionais, propiciam o aumento da entrada do dólar no país, pressionando para baixo o preço da meada estrangeira. “As compras são feitas onde há o melhor preço e os produtos internacionais estão mais em conta”, avalia. O especialista ainda destaca que a queda do dólar está acontecendo desde o ano passado e, no primeiro momento as importações ficaram restritas às indústrias e agora já há outros setores como o comércio e a prestação de serviços importando. “Outro ponto importante para o aumento das importações é justamente a facilidade de crédito. O dólar está caindo no mundo inteiro, então só isto não adianta e o crédito acelera o processo de importações”, fala.
CRESCIMENTOS PARECIDOS
Comparado ao mês de abril, a balança comercial de maio mostra que houve crescimento de 28,79% nas exportações e de 20,19% nas importações. No primeiro caso, em abril foram exportados US$ FOB 141.371.777 e maio fechou com US$ 182.072.935 exportados. Já no campo das importações, em abril foram US$ FOB 176.843.885 contra US$ FOB 212.554.541 de maio. Para Itria esse resultado mostra que, apesar da valorização da moeda nacional frente ao dólar, as empresas locais continuam sendo competitivas e eficientes. “OS produtos das importações e exportações são diferentes, e por isso existe esse crescimento parecido entre as duas frentes”, explica o professor.
Para o economista, não é preciso haver pessimismo sobre as exportações e ele destaca a necessidade dos empresários aproveitarem o momento para modernizar suas produções e aumentarem a competitividade no cenário internacional. “Os empresários, de maneira geral, costumam reclamar por estarem passando por um processo gradativo de diminuição do dólar. Eles estavam acostumados com o dólar valendo R$ 2, o que é bom para eles. Alguns deixaram de investir em competitividade pois a situação era boa. Agora vão ter que fazer a reestruturação para o momento e o cenário brasileiro mostra que há falta de investimentos”, avalia. Itria. Ainda falando em falta de investimentos, o professor cita a inflação que está ressurgindo por conta da falta de investimentos. “Eles (empresários) não investem e falta produto, por isso, há a inflação”, pondera.
Fonte – Jornal Cruzeiro do Sul de 13/06/2008 – Pág. C1
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Empresas de Sorocaba nunca exportaram tanto |
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Recorde histórico foi batido em abril: R$ 141 milhões em exportações
O ano de 2008 promete ser o melhor da história da exportação para as industrias e empresas de Sorocaba.
O recorde batido no mês de abril prova o crescimento da cidade no mercado internacional.
Em apenas 30 dias, as empresas de Sorocaba exportaram materiais num montante maior que R$ 141,371 milhões.
O valor atingido é recorde histórico absoluto, desde que a cidade passou a apostar nesse setor da economia.
Crescimento constante – Para se ter uma idéia do crescimento da exportação na cidade, basta comparar o valor total do quadrimestre, com a quantia exportada em 12 meses no ano de 2004.
Naquele ano, Sorocaba levou 365 dias para chegar a R$ 491,471 milhões em produtos exportados.
O valor acabou sendo ultrapassado com relativa facilidade, apenas no período compreendido entre janeiro e abril de 2008. Sorocaba já tem, nesse ano, mais de R$502,168 milhões somados. Um crescimento de 2,17% em um quarto de tempo. O valor obtido em quatro meses representa o dobro do conseguido pelas industrias e empresas de Sorocaba nos 12 meses do ano de 1999.
Evolução de 19,65% - Já na comparação entre os quatro primeiros meses de 2007 com o mesmo período de 2008, a exportação de Sorocaba registra um crescimento médio de 19,65%.
No ano passado a quantia de produtos mandados ao exterior rendeu R$ 410,756 mil a Sorocaba. O valor é R$ 81 mil mais baixo que o registrado nos primeiros quatro meses de 2008.
A tendência é de que a exportação de Sorocaba atinja proporções ainda maiores, acompanhando o crescimento nacional.
Isso porque, segundo o Ministério de Desenvolvimento e Comércio Exterior, a soma das exportações e importações da terceira semana de maio de 2008 é a maior já registrada no comércio exterior brasileiro.
Fonte: Jornal Bom dia de 25/05/2008 – Pág. 2 (Dia da Indústria)
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Porto Seco Renasce e Impulsiona as Exportações |
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De empresa inativa a um dos principais portos do país. Foi assim que o Porto Seco de Sorocaba , Aurora Terminais, renasceu e transformou-se no principal elo logístico para as indústrias instaladas na cidade. O Porto Seco localizado na Rod. José Ermírio de Moraes (Castelinho), iniciou suas atividades em Sorocaba em janeiro de 2000. Os investimentos feitos no Porto Seco, na atual administração chegaram a R$ 25 milhões. Hoje, a empresa emprega centenas de funcionários, divididos em três turnos, seis dias por semana. No anão passado, com intenção de aumentar seu “market share” (quota de participação ) de 20% para 40%, a empresa implantou, pela primeira vez no Brasil, a industrialização na próprio recinto alfandegário, com produção de cerca de seis milhões de equipamentos.
Fonte: Jornal Bom dia de 25/05/2008 – Pág. 2 (Dia da Indústria) |
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Aurora Eadi - Re-certificação ISO 9001:2000 |
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A Aurora Terminais iniciou suas atividades, no escopo de Armazém Aduaneiro em 2001, no ano de 2002 adquiriu a Certificação do Sistema de Gestão da Qualidade ISO 9001:2000.
Neste mês de Maio/2008 obteve a 2.ª re-certificação para o Armazém Aduaneiro e a certificação para o Armazém Geral, o qual iniciou suas operações em novembro de 2003.
Isso demonstra o compromisso que a Aurora tem em buscar cada vez mais a melhoria contínua de seu sistema de gestão e a satisfação de seus clientes.
Patrícia S. Rossi
Sistema de Gestão da Qualidade |
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Sorocaba é a 34ª maior exportadora |
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O quadro de importações e exportações de Sorocaba no mês de janeiro registrou o melhor desempenho do história da cidade em valores absolutos. A cidade vendeu US$ FOB 91.054.240 para o mercado externo e comprou US$ FOB 153.483.574, o que fez co que a balança comercial fechasse o mês com déficit de US$ FOB 62.429.334. Esse cenário deixou Sorocaba com o 34ª no ranking brasileiro das cidades exportadoras e 21ª no das importadoras . No saldo corrente, Sorocaba ficou com o 27º lugar do País.
Dados da Secretaria do Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior mostram que os produtos mais importados foram resinas, partes e acessórios de tratores e veículos automotores e por terminais portáteis de telefonia celular. Este fato, como avalia o economista Manuel Payés, indica que as importações são feitas para atender a demanda do mercado interno. “Não são exportações de luxo e deixam claro que são voltadas para produção. Uma vez que não temos um grande crescimento nas exportações, vemos que a produção local está sendo consumida pelo mercado interno”, argumenta Payés, professor da UNISO.
Exportações diminuem
Comparadas com o mesmo período de 2007, quando a cidade vendeu US$ FOB 78.727.596.00, as exportações de janeiro de 2008 registraram crescimento de 15%. De um ano para o outro, as vendas para o mercado externo não conseguiram manter o crescimento de 42% conferidos de 2006 para 2007. Payés lembra que o cambio está desfavorável às exportações , mas acredita que os empresários estão aproveitando o momento que é favorável às compras externas.
Segundo o professor da Uniso, o crescimento da economia em 2007 foi o melhor das últimas três décadas e o aquecimento interno coincide com a queda do dólar.
O câmbio barato atrapalhas as exportações mas a demanda doméstica influencia também no desempenho da balança comercial e o economista defende que os empresários façam investimentos suficientes para atender tanto o mercado interno como o externo. “O parque industrial não tem como exportar muito pois está produzindo para o mercado interno. Isto está acontecendo com o setor de autopeças, por exemplo”, fala. Sobre o desempenho da balança comercial sorocabana, o professor destaca que pode haver duas interpretações, sendo que, do ponto de vista contábil, a desaceleração nas exportações é ruim, mas frisa novamente no aquecimento do consumo no mercado interno. “Em alguns setores da indústria o câmbio está cortando receita mas, também corta os custos. Então, o setor industrial que consegue neutralizar o efeito, está se dando melhor”, explica.
No campo das exportações, a lista dos produtos vendidos é liderada por parte de motores. Neste item, as vendas externas somaram US$ FOB 22.857.589,00 e, em relação à janeiro de 2007 houve crescimento de 25% nas vendas desses produtos. Naquele ano as vendas somaram US$ FOB 20.118.276,00. Em segundo lugar nas exportações estão os terminais portáteis de telefonia celular com US$ FOB 6.355.293 vendidos. O crescimento neste setor foi de 6,98 %. Entre os países destinos da produção sorocabana, os Estados Unidos aparecem em primeiro lugar recebendo 30,59% dos produtos e pagando US$ FOB 27.850.596,00 em produtos locais. A produção local também foi destinada para Argentina, Alemanha e Chile.
Importações
As importações locais mantiveram o mesmo fôlego registrado e fecharam o primeiro mês do ano somando US$ 153.483.574,00, fato que representa o crescimento de 425 quando comparado com o mesmo período de 2007. Naquele ano as importações de janeiro ficaram em US$ FOB 107.633.525,00. O resultado, em valor absoluto foi o melhor desde 2004 e, em porcentagem, manteve o mesmo fôlego de crescimento pois, de 2006 para 2007, as importações sorocabanas tiveram crescimento de 43,8%. Esses anos foram iniciados com US$ FOB 74.810.069,00 e US$ FOB 107.633.525,00, respectivamente.
A afirmação do economista Manuel Payés de que as importações sorocabanas mostram o aquecimento do mercado consumidor interno é confirmada com o quadro de produtos importados. Em primeiro lugar na lista estão as resinas e, em segundo lugar, as partes e acessório para veículos automotores, sendo seguidos por terminais portáteis e telefonia celular e máquinas e aparelhos mecânicos. Em janeiro, as compras sorocabanas são feitas principalmente da Alemanha, China e Estados Unidos.
Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul – Pág C1 de 23/02/2008
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Saldo é 56,8% menor na 2ª semana |
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A balança comercial registrou na segunda semana de janeiro saldo positivo de US$ 325 milhões. Com isso, o superávit acumulado no mês, até o último dia 13, é de US$ 395 milhões. Pelo critério de medida diária, o saldo no mês é de 56,8% inferior ao verificado em janeiro de 2007. As exportações somaram US$ 3,237 bilhões na segunda semana e acumularam no mês saldo positivo de US$ 4,730 bilhões.
Pelo critério de medida diária, as vendas ao exterior neste mês estão 18,4% maiores que as verificadas em janeiro de 2007.
No lado das importações, entretanto, o crescimento acumulado o mês ante janeiro de 2007, também pela medida diária, é de 40,8%. Na semana passada as compras de produtos do exterior somaram US$ 2,912 bilhões, acumulando no mês US$ 4,335 bilhões.
Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul de 15/01/2008 – pág. C1.
As empresas sorocabanas exportaram 27,67% mais do que 206. As importações também cresceram 20,27% quando comparadas com o ano anterior. Apesar do crescimento de fluxo nas importações e exportações, a balança comercial da cidade, ficou negativa. Isto mostra que a indústria e outros setores da economia, como o comércio, por exemplo, compraram de outros países mais produtos do que conseguiram vender para fora. Em números exatos, as empresas fecharam o ano de 2007 com a comercialização de US$ FOB 1.359.955.194 em exportações e US$ FOB 1.428.855.326 em importações.
Apesar dos números positivos de 2006 para 2007, a balança comercial sorocabana não conseguiu manter o mesmo fôlego de crescimento registrado de 2005 para 2006, quando as exportações e importações tiveram uma ampliação de 30,93% e 50,05%, respectivamente.
Para o Diretor adjunto da Confederação das indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), em Sorocaba, Eril Domingues de Syllos, esse quadro foi causado por conta da desvalorização do dólar frente ao real. “O câmbio tem que voltar perto de R$ 2,00, pois, abaixo disto, dificulta as exportações e provavelmente teremos problemas”, avaliou.
Syllos ainda comenta que grande parte das importações sorocabanas foram a fim de modernizar o parque industrial da cidade. “Se o câmbio continuar desfavorável, não adianta as empresas se modernizarem e se reinventarem, vai ficar difícil manter a competitividade”, acredita.
Mesmo mostrando fôlego menor, o desempenho das indústrias da cidade foi considerado satisfatório e o mercado sorocabano mostrou-se forte e competitivo, conforme análise do economista Alexandre Itria.
Para o economista, a forte vocação de Sorocaba no setor metalmecânico, principalmente em bens de capital é favorável para a balança comercial. “Este setor é exatamente o atendido pelo PAC (Plano de Aceleração de Crescimento) e houve incentivos nesta área em que cresceram tanto as importações como as exportações”, avalia Itria.
Para 2008, a tendência é que o real continue valorizando mais, ainda assim, a balança comercial sorocabana deve ser melhor. “Todos os órgãos oficiais mostram que a relação do Brasil com países da Europa, China e América Latina está se fortalecendo e o Brasil está entre os quatro países que crescem acima dos grandes como Estados Unidos”, explicou Itria. Já Syllos aposta na volta da valorização do dólar para aumentar a competitividade das indústrias.
Câmbio desfavorável
Sorocaba exporta 27,67% mais em 2007
A empresa Flextronics Internacional Tecnologia aparece como a maior empresa importadora da cidade de Sorocaba. Em 2007, a empresa gastou US$ FOB 562.423.551, valor 20,91%maior quando comparado com 2006na compra de produtos. Já área de exportações, a empresa vendeu US$ FOB 219.145.047 e acusou queda de 13,04%, mas, mesmo assim, aparece como segunda maior exportadoras, ficando abaixo apenas da Tecsis Tecnologia e Sistemas Avançados Ltda., que exportou US$ FOB 336.039.190.
Para a Flextronics, os números das importações acabaram refletindo o crescimento do mercado interno, uma vez que alguns produtos feitos ali chegam a ter 80% dos componentes importados. Já nas exportações, a empresa acabou por amargar queda de 13,04% por conta da valorização da moeda nacional. “O câmbio está desfavorável e temos que melhorar a logística e infra- estrutura do país para poder aumentar a competitividade no mercado externo”, avaliou o diretor.
Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul de 15/01/2008 – pág. C1
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Estação Aduaneira Interior investe R$ 25 milhões em condomínio industrial |
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A Aurora Terminais, empresa que administra a Eadi (Estação Aduaneira Interior), conhecida como ‘porto seco’, inaugurou ontem, em Sorocaba, o Aurora Business Park.
O empreendimento custou R$ 25 milhões e funcionará como condomínio industrial, com a infra-estrutura e logística adequadas.
A primeira etapa do projeto foi construída numa área de 11 mil metros quadrados, divididos em três galpões de 2.400 metros quadrados cada. Inicialmente, a área será ocupada por uma parceria entre as multinacionais HP e Flextronics, com objetivo de impulsionar o pólo tecnológico.
As instalações do prédio ainda contam com refeitório, sala de conferências e ambulatório. Toda essa estrutura pode gerar cerca de 600 novos empregos em Sorocaba. A segunda etapa da construção está prevista para começar no final de 2007.
O diretor de operações da HP para o Mercosul, Kami Saidi, informou que a principal intenção é formar novos parceiros em logística para desenvolver ainda mais o mercado de Sorocaba.
Já para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Daniel de Jesus Leite, o novo investimento vem para consolidar o “porto seco” em Sorocaba.
O secretário municipal acredita que o porto seco entrou para a história da cidade por ter sido desenvolvido por diferentes administrações. “O desenvolvimento da nossa área industrial e a geração de empregos é cada vez mais maciça com a ampliação de empreendimentos como esse”, relata.
Para o deputado federal Renato Amary (PSDB), que participou da solenidade de inauguração da ampliação da Aeadi, é um orgulho ver que um empreendimento que surgiu com muita luta está evoluindo. “Só quem acompanhou todo o processo para a instalação do porto seco na Castelinho sabe o quanto foi difícil torná-lo realidade”, disse.
Empresa atua há sete anos
A Aurora Terminais iniciou operações em Sorocaba em janeiro de 2000, em uma área de 90 mil metros quadrados, às margens da rodovia Senador José Ermírio de Moraes, a Castelinho.
Naquela época, a alfândega, como também é conhecida a Aeadi, ocupava 5 mil metros quadrados e gerava 20 empregos diretos.
No ano passado, a área de armazenagem havia sido praticamente duplicada. As obras de ampliação devem ser concluída até o final de 2007, elevando a área total de armazenamento para aproximadamente 20 mil metros quadrados.
Atualmente, a Aurora Terminais emprega cerca de 200 funcionários que trabalham em três turnos, seis dias por semana. O conjunto oferece sistema de informação integrado.
A carteira de clientes é formada por mais de 500 empresas de Sorocaba, região e outros Estados.
3/8/2007 Rodrigo Alcântara
JORNAL BOM DIA
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Brasil e Argentina usarão moeda local em comércio |
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Brasil e Argentina informaram na terça-feira que começarão a utilizar moeda local para o comércio bilateral a partir de outubro, uma prática que aponta para diminuir custos e facilitar o intercâmbio entre ambos.
O tema foi abordado durante uma reunião em Assunção de chanceleres e ministros de Economia de Brasil e Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela, países que integram o bloco.
A iniciativa das maiores economias do bloco será utilizada como um plano piloto para a futura implementação de uma moeda única no bloco, que na terça-feira deu os últimos retoques ao projeto de criação de um banco sul-americano.
"Estamos felizes com nosso acordo com a Argentina. Esperamos que este seja o princípio de uma integração plena", disse à imprensa o subsecretário de Relações Exteriores do Brasil, Jorge Taunay.
A medida "facilitará o intercâmbio, especialmente as pequenas e médias empresas que não têm uma conexão com o sistema financeiro, porque permitirá reduzir os custos de transações que atualmente são feitas em divisas", disse o chanceler argentino Jorge Taina.
O sistema de compensação bilateral busca evitar que os exportadores e importadores de ambas as nações tenham que fazer operações de câmbio para suas transações, o que reduziria sua dependência de moedas fortes conversíveis.
ASSUNÇÃO (Reuters) - 22/05/2007 - 22h29 - Fonte: Notícias site Uol
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Governo quer reduzir ações contra exportadores brasileiros |
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A estratégia é evitar confrontos, negociar preços e quantidades vendidas para impedir processos antidumping. O governo brasileiro intensificará a busca por entendimentos com outros países para evitar o aumento do número de disputas comerciais. Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Armando de Mello Meziat, a estratégia valerá para investigações sobre produtos importados e para tentar reduzir as medidas de antidumping e salvaguardas enfrentadas por exportadores brasileiros no exterior. "Não se pode desproteger o setor nacional, mas é uma orientação da Organização Mundial do Comércio (OMC) evitar confrontos desnecessários", diz.
O governo alega que conseguirá proteger melhor a indústria nacional se convencer exportadores de outros países a reduzirem a quantidade de mercadoria embarcada para o Brasil e aumentarem preços, evitando processos de antidumping e salvaguardas. Acordos já assinados chancelam a estratégia do governo. Um deles, firmado no início do ano, fez os chineses diminuírem, espontaneamente, o volume de exportações de têxteis ao Brasil. Outro limitou as exportações brasileiras de televisores à Argentina, sem impedir o crescimento das vendas.
Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior (AEB), José Augusto de Castro, o governo acerta ao tentar evitar confrontos. O problema, complementa, é que o País pode ter pouco poder de barganha nas negociações porque reconheceu diplomaticamente, em 2004, a China como economia de mercado. Tal status não foi oficializado, pois os chineses não cumpriram contrapartidas comerciais e de investimentos exigidas. Para Castro, entretanto, só o ato político já prejudica. Meziat discorda.
Os produtos chineses respondem por 13 de 21 processos no Mdic. Os exportadores asiáticos também são os que mais enfrentam salvaguardas e medidas antidumping. De 50 ações de defesa comercial vigentes no Brasil, 12 são contra produtos chineses. Desde janeiro de 2003, o governo brasileiro iniciou 64 investigações para ver se preços de importados eram desleais.
Para Meziat, 42 investigações foram encerradas, e as ações de proteção executadas. "Esse número eleva a confiança do empresariado, que sabe da aplicação de medidas para corrigir desequilíbrios e deslealdades", diz. "Mas, quando o que falta é competitividade da indústria nacional, não há o que fazer".
Os brasileiros respondem a 13 processos no exterior (EUA, México e Argentina).
Fonte: Gazeta Mercantil
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